03/03/2008

EU ODEIO O BANCO REAL (1)


Tudo começou no dia 2 de janeiro. Cheguei meia hora antes no jornal para pagar a pilha de contas que estavam vencendo. Eis que quando coloco a "targeta" (como dizem os hermanos) no caixa eletrônico veio a mensagem: cartão vencido. E foi aí que a desgraça toda começou.
Pois bem, vou pra parada e espero por mais de 20 minutos e nada de ônibus. Pra me ajudar (algo tem de dar certo) ganho uma carona do meu colega Felipe que estava saindo do trampo. Ele me deixa no centro e eu subo a ladeira até o Banco Real da Álvaro de Carvalho.
Pego uma maldita senha e vou pra fila. Na minha vez a vaca da atendente diz que não há o que fazer. Se eu quiser sacar tenho de pagar uma taxa de R$ 52. Merda! Isso não é taxinha é um assalto.
— Pois é, moça. Não tenho o que fazer — diz a atendente.
Desço as escadas bufando, espero mais meia hora numa fila até que uma nuvem — sim porque aquele menino que me atendeu não pode ser um humano — diz que tudo será resolvido em, no máximo, 10 dias. Fiquei feliz, enfim, 10 dias não é nada. Peguei uma cópia do pedido da transferência da minha conta e fui pro trabalho, feliz afinal teria de atrasar somente 10 dias as minhas contas.
Mas não foi isso que aconteceu.

Um comentário:

Tigerman disse...

Banco Surreal. Esse devia ser o nome desses putos. Estou junto nessa camapnha